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telaplus.pt- TELA PLUS

Pintura a Óleo Sobre Tela, Mila Midrygan

Exposição de Arte em Serzedo, Vila Nova de Gaia rua Manuel Antonio Fontoura 345r/c dto, Serzedo, Vila Nova de Gaia

LIGAR PARA 916303003

Pintura a óleo sobre tela no estilo impressionismo.

Técnica: espátula. Artista: Mila Midrygan

• Certificação de classificação artística - Jacques-Armand Akoun

• Publicação nos registros AKOUN em grandes leilões internacionais que são vistos por compradores e profissionais que atuam no mercado de arte.

• Participante com Artmajeur, uma plataforma que organiza contato direto entre artistas e os compradores.

• Criador e proprietário de recursos online para a apresentação e venda de pinturas: www.telaplus.pt

• Autor das obras de arte vendidas sob a marca nacional nº620643

TELAPLUS.PT- TELA PLUS

O Espaço virtual da TELA PLUS, é apresentação de obras artísticas contemporâneas bem diferentes.

A intenção era tornar as obras de arte mais acessíveis à população, divulgar talentos locais, bem como promover intercâmbio com artistas de outras regiões , por entender que a diversidade cultural um elemento de formação e fortalecimento da sociedade.

Através da internet o Artista torna acessível a sua obra, o seu legado, a qualquer pessoa. A qualquer hora o visitante pode apreciar as obras das mostras virtuais. O Espaço virtual da TELA PLUS: descentralização e democratização da Arte!

Lyudmyla Midrygan

NIF:239378849

A minha arte fala na linguagem do impressionismo. Ela exalta o valor do instante, os sentimentos e emoções quase impercetíveis, e vê o mundo como um reino fugaz de momentos irrepetíveis. Eu vivo no Porto, cidade rodeada pelo rio Douro e pelo oceano Atlântico. Os meus quadros estão penetrados pela beleza dos barcos, das pontes e dos telhados da de cor-de-laranja. Quando pinto, acentuo a relação emocional tanto do criador-impressionista, quanto como do espetador para com o efémero e o instável, desacelerando o instante e apelando para sentir a magia da sua contemplação, pois o instante – como também a suada mesma maneira como perceção – torna-se tão valioso nos nossos tempos. Сomo se diz numa poesia: “Pára, instante, és lindo”- é uma espécie do lema da minha criatividade. A minha técnica é a adição de camadas e camadas de tinta. Assim, o quadro nasce da experimentação com a técnica do impasto, usando o a espátula – a faca de paleta.

Eu quero criar - fazer o que me apetece fazer, o que diz a minha alma. Este desejo está dentro de mim desde a infância, quando tinha a possibilidade de passar horas a fio a fazer algo interessante sem pensar em dinheiro. A minha criatividade não se enquadra no esquema, é algo imprevisível, geração de uma energia criativa, algo que não pode ser medido, algo inexplicável. O meu processo criativo não se baseia nos princípios "porque" ou "a fim de", ele surge e termina de modo espontâneo. É uma energia vital, e quem a experimentou uma vez, já não poderá viver sem ela nunca mais.

Pintura a óleo "Rua Augusta", Lisboa

“Lisboa menina e moça, menina…

Cidade a ponto luz bordada

Toalha à beira mar estendida”

-assim se canta no famoso fado dedicado a esta maravilhosa cidade situada nas margens do rio Tejo. Realmente, Você nem precisa estar lá para ficar encantado com esta cidade belíssima e única no seu género. Lisboa tem uma variedade extraordinária de estilos arquitetónicos.

A arquitetura é chamada de "música congelada", "sinfonia de pedra". Na verdade, essas duas artes têm muito em comum: harmonia, ritmo, proporção. Da mesma maneira como a música, a arquitetura é capaz de despertar os sentimentos profundos em uma pessoa e se tornar uma fonte de alegria e prazer.

Tentei transmitir no meu quadro a unidade emocional, rítmica e colorida de um сonjunto arquitetónico da rua com os toques de pincel livres, soltos e rápidos. O quadro é feito em cores pastel, está cheio de luz, o que cria uma atmosfera festiva e solene como se fosse uma janela para outro mundo. As antigas lanternas de rua dão um encanto romântico especial. Os poliedros de vidro de lâmpadas antigas, pendurados em suportes de parede ou montados em candeeiros de pé já se tornaram uma parte integrante da imagem cintilante, contraditória e enigmática da Rua Augusta. Chamando a atenção com a sua aparência invulgar, estes símbolos poéticos da cidade são testemunhas silenciosas do passado que levam a imagem e luzes de Lisboa antiga através do tempo. Olhando para o quadro, logo começas a sentir a agitação e atmosfera desta artéria comercial da cidade, uma espécie de “Montmartre” lisboeta, ocupada pelos artistas de rua, vendedores ambulantes, artesãos, até é possível imaginar aqui a figura do famoso poeta português Fernando Pessoa com os seus atributos constantes chapéu e óculos que trabalhava cá e passeava com muita frequência.